20 de agosto: Assunção de Nossa Senhora

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Desde que o Brasil eliminou o feriado de l5 de agosto, a festa da Assunção de Maria que se celebra na Igreja Universal nessa data, passou para o domingo seguinte.

A festa não podia ficar esquecida no meio da Semana, não só porque celebra a Glorificação de Maria, mas, também, porque nos recorda uma das verdades fundamentais da fé cristã: Nossa Ressurreição, nossa Glorificação.

De fato, Maria Assunta ao céu em seu Corpo nos diz o que acontecerá, no “fim dos tempos” a cada um dos que crerem no Senhor Jesus.

Olhando Maria glorificada no céu, a Igreja contempla o futuro certo que a espera.

O prefácio da Missa da Assunção de Maria ao céu o diz tão belamente: “Elevada à Glória do céu, aurora e esplendor da Igreja triunfante, Maria é consolo e esperança de todo o povo ainda em caminho”.

“Nossa Senhora da Glória” e “Nossa Senhora da Vitória” são outras duas maneiras de chamar a Virgem Assunta ao céu, porque, alcançando a vitória final, Maria recebe hoje, toda a Glória possível para uma criatura humana.

A Festa da Assunção é das mais antigas festas de Maria. Remonta ao século V, de onde temos notícia que se celebrava já no dia 15 de agosto, sem que saibamos a razão da escolha desta data. Não sabemos quando Maria terminou sua peregrinação terrestre. Não há nenhuma palavra a respeito, nos atos dos apóstolos (que conta a vida da Igreja nos primeiros tempos), nem nas cartas.

A festa da Assunção de Maria, ao mesmo tempo que nos faz contemplar a glória da Mãe de Deus, faz-nos pensar também em nosso destino.

A Assunção de Maria, ou seja, a glorificação da sua humanidade, sua “subida” aos céus em Corpo e Alma, sua união definitiva e completa com Deus - não é apenas a exaltação de Maria.

É também o início e a garantia do destino da Igreja, de todos os “santos”, de todos nós que seguimos a Cristo e a Maria nesta vida.

Uma festa assim, em que a liturgia quer nos comunicar alegria é também um apelo a pensar naquilo que é realmente importante. Naquilo que é permanente e perene. Naquilo que não passa e não se corrompe, como não se corrompeu o corpo de Maria Santíssima.
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Fonte: Pe. Lucas

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