Jutaí

 

 

Pupunha e castanha-da-amazônia

 

As origens de Jutaí remontam ao século XVII, quando o jesuíta Samuel Fritz fundou a aldeia de Tefé. A região foi, mais tarde, objeto da disputa entre espanhóis e portugueses, e estes só consolidaram o seu domínio no final do século XVIII. O município de Tefé teve, inicialmente, em meados do século XIX, uma área de 500 mil quilômetros quadrados. De Tefé, após vários desmembramentos, surgiram novos municípios, entre os quais, o de Fonte Boa, do qual Jutaí desmembrou-se em 19 de dezembro de 1955, pela Lei Estadual No. 96. No dia 11 de abril de 1956 aconteceu a instalação do Município de Jutaí.

O município de Jutaí, com cerca de 22 mil habitantes, apresentou um forte crescimento da sua população na última década, no entanto, permanecendo predominantemente rural. Sua economia se baseia em especial na pesca e no extrativismo de produtos como o açaí, pupunha, camu-camu e madeira.

ECONOMIA

Culturas permanentes principais: banana, laranja, mamão, abacate. Culturas temporárias: mandioca, milho, abacaxi, cana-de-açúcar, arroz, melancia, feijão.

As áreas plantadas, em 2000, dos principais produtos foram: mandioca, com 2750 hectares; banana, com 1949 hectares; laranja, com 90 hectares; milho com 72 hectares; abacaxi, com 71 hectares; mamão com 63 hectares; cana-de-açúcar, com 43 hectares; arroz, com 28 hectares; melancia com 14 hectares.

Culturas plantadas em áreas menores que 10 hectares: feijão, tangerina, manga, batata doce, limão, castanha de caju.

Segundo o IBGE, em 2000 foram extraídos cerca de 78.150 metros cúbicos de madeira em tora, 122 toneladas do fruto do açaí e doze toneladas de castanha.

Recursos da floresta e dos rios: madeira, açaí, castanha, e pescado.

 

Obs.: Os indicadores quantitativos deste município encontram-se no informativo (em PDF)

 

 

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